Pular para o conteúdo

Visão geral

A InfoDesign é o periódico da Sociedade Brasileira de Design da Informação e sai desde 2004. Ela nasceu para firmar uma perspectiva brasileira num campo de epistemologia anglo-americana, e vinte e dois anos depois carrega a tensão dessa posição: para ser reconhecida fora, passou a publicar em inglês; para servir ao país, precisa ser lida aqui. Esta é a leitura do conjunto.

O que esta base cobre: 437 trabalhos publicados em 59 edições, de 2004 a 2026, assinados por 725 pesquisadores vinculados a 181 instituições de 38 países, somando 1.022 autorias e 661 citações recebidas.

Ritmo de publicação

Trabalhos por ano do volume. O ano é o que o portal declara para o volume, e não a data de depósito no Crossref.

ver os dados
Tabela de dados de Ritmo de publicação
AnoTrabalhos
20046
20058
20068
200716
200821
200920
201010
201119
201219
201321
201420
201522
201617
201725
201815
201933
202026
202126
202225
202326
202425
202524
20265
ler a análise

A revista sai de seis trabalhos em 2004 para uma média de vinte e cinco na última década, e o pico está em 2019, com 33. A curva não é de crescimento contínuo: ela tem um degrau em 2007, um recuo em 2010 e em 2016, e assenta a partir de 2017 num patamar que se mantém.

O que a série mede é a periodicidade, e não a demanda: a revista passou de dois para três números anuais, e é essa mudança editorial que explica boa parte do degrau. O ano de 2026 aparece baixo porque o volume 23 ainda está aberto.

A virada para o inglês

Composição por idioma, ano a ano. A revista publicou em português por duas décadas; a indexação internacional inverteu a composição em quatro anos, e desde 2025 não há trabalho em português.

  • Português
  • Inglês
  • Espanhol
ver os dados
Tabela de dados de A virada para o inglês
AnoPortuguêsInglêsEspanhol
200450%50%0%
200563%38%0%
200675%25%0%
200775%25%0%
200886%14%0%
200990%10%0%
2010100%0%0%
201195%5%0%
2012100%0%0%
2013100%0%0%
201470%5%25%
2015100%0%0%
2016100%0%0%
201796%4%0%
201887%13%0%
201967%21%12%
202096%4%0%
202188%12%0%
202260%40%0%
202354%46%0%
202468%32%0%
20250%100%0%
20260%100%0%
ler a análise

A virada é tardia e é abrupta. Por duas décadas o português responde por quase tudo o que a revista publica; o inglês aparece no primeiro ano, some, e volta em 2020 com 4%. Em 2025 ele é 100%.

Não é uma tendência que se acumula, é uma decisão editorial: a revista passou a publicar em inglês para entrar nas bases que classificam. O que essa decisão faz com a leitura interna do campo é a pergunta que a série levanta e não responde.

Autorias por ano

Uma autoria por pessoa em cada trabalho. A curva sobe mais rápido que a de trabalhos porque a coautoria cresceu.

ver os dados
Tabela de dados de Autorias por ano
AnoAutorias
20046
200514
200613
200728
200835
200941
201018
201142
201246
201343
201444
201544
201659
201768
201833
201973
202063
202158
202264
202367
202482
202567
202614
ler a análise

Em 2004 todos os seis trabalhos são de autor único, e a média fecha em 1,0. Na última década a média oscila entre 2,5 e 2,8, e o trabalho solitário passa a ser exceção.

É a marca da institucionalização: o que era artigo de um pesquisador vira produto de grupo de pesquisa, com orientação e coautoria discente. A seção de Colaboração mostra o outro lado dessa conta, que é a rede que ela forma.

Por seção editorial

A seção é a que a revista declara no próprio depósito, e é o que separa artigo de editorial.

ver os dados
Tabela de dados de Por seção editorial
Por seção editorialTrabalhos%
Artigos37085%
Iniciação científica378%
Resenhas123%
Entrevistas102%
Ponto de vista82%
ler a análise

Os artigos são 85% do corpus, e as outras quatro seções cabem nos 15% restantes. A iniciação científica, com 37 trabalhos, é a segunda maior, e é o que separa esta revista de um periódico que só publica pesquisa madura.

Resenha, entrevista e ponto de vista somam trinta trabalhos em vinte e dois anos, e quase todos estão na primeira década: são gêneros de uma revista que se firmava, e que a revista deixou de praticar.

Por idioma

O idioma declarado pela revista para cada trabalho.

ver os dados
Tabela de dados de Por idioma
Por idiomaTrabalhos%
Português33677%
Inglês9221%
Espanhol92%
ler a análise

A repartição do conjunto todo esconde a virada: vista assim, a revista parece bilíngue com folga para o português. Ela não é. O que houve foram duas décadas quase inteiramente em português e uma troca abrupta no fim.

É o painel da virada, logo acima, que conta a história; este conta o acervo. Os dois juntos dizem que o corpus é de português e que a revista de hoje é de inglês.

Quem publica

Os dez que mais assinaram. O campo tem um núcleo estável que atravessa as duas décadas, e é ele que dá continuidade à revista.

ver os dados
Tabela de dados de Quem publica
PesquisadoresTrabalhos
Stephania Padovani25
Carla Galvão Spinillo21
Luciane Maria Fadel18
Solange Galvão Coutinho17
Priscila Lena Farias14
Virgínia Tiradentes Souto13
Vania Ribas Ulbricht11
Berenice Santos Gonçalves10
Kelli C.A.S. Smythe10
Eva Rolim Miranda9
ler a análise

A distribuição é a de sempre na ciência: 591 dos 725 pesquisadores assinam um trabalho só, e cinco nomes assinam quinze ou mais. A cauda é longa e fina, e o núcleo é pequeno.

O que a lista não mostra é o vínculo: os nomes do topo são orientadores de programas de pós-graduação, e boa parte da cauda é de discentes que passaram uma vez. A rede de coautoria é onde esses dois grupos se encontram.

Sobre o que se publica

Os termos que os próprios autores declaram. Educação, tipografia, interface e acessibilidade atravessam o período inteiro; saúde e visualização de dados sobem no fim.

ver os dados
Tabela de dados de Sobre o que se publica
TermoTrabalhos
design da informação54
design44
information design44
typography22
data visualization17
visualização de dados17
tipografia16
acessibilidade14
design gráfico12
infografia11
ler a análise

As duas palavras-chave mais declaradas são design da informação e information design, e a terceira é design. O campo se nomeia antes de nomear o assunto, e é por isso que os três primeiros lugares dizem pouco sobre o que se pesquisa.

O que diz é o que vem depois: tipografia, visualização de dados, acessibilidade. E a mesma palavra aparece duas vezes, em português e em inglês, porque a autoria declara nas duas línguas; o Vocabulário reúne as duas formas na mesma entrada.

Em que o campo se apoia

As obras mais referenciadas nas listas dos próprios trabalhos. É o cânone que a comunidade cita, e ele é anglo-americano.

  1. 1

    Twyman, M. (1979). A schema for the study of graphic language. In P. A. Kolers, M. E

    8 vezes
  2. 2

    Engelhardt, Y. (2002). The language of graphics: A framework for the analysis of syntax and meaning in maps, charts and diagrams. Universiteit van Amsterdam

    6 vezes
  3. 3

    GIBSON, D. 2009. The Wayfinding Handbook: Information Design for Public Places. Princeton: Architectural Press

    6 vezes
  4. 4

    Twyman, M. (1985). Using pictorial language: A discussion of the dimensions of the problem. In T. Duffy & R. Waller (Eds.), Designing usable texts (pp. 245– 311

    6 vezes
  5. 5

    Bertin, J. (1983). Semiology of graphics. University of Wisconsin Press. Knime. (2024). Open for Innovation | KNIME. https://www.knime.com/

    5 vezes
  6. 6

    Engelhardt, Y. 2002. The language of graphics. Amsterdam: Sewn

    5 vezes
  7. 7

    Pettersson, R. (2012). It depends: ID – Principles and guidelines (4th ed.)

    5 vezes
  8. 8

    Bonsiepe, G. (2011). Design, cultura e sociedade. São Paulo: Blucher

    4 vezes
ver os dados
Tabela de dados de Em que o campo se apoia
ReferênciaVezes
Twyman, M. (1979). A schema for the study of graphic language. In P. A. Kolers, M. E8
Engelhardt, Y. (2002). The language of graphics: A framework for the analysis of syntax and meaning in maps, charts and diagrams. Universiteit van Amsterdam6
GIBSON, D. 2009. The Wayfinding Handbook: Information Design for Public Places. Princeton: Architectural Press6
Twyman, M. (1985). Using pictorial language: A discussion of the dimensions of the problem. In T. Duffy & R. Waller (Eds.), Designing usable texts (pp. 245– 3116
Bertin, J. (1983). Semiology of graphics. University of Wisconsin Press. Knime. (2024). Open for Innovation | KNIME. https://www.knime.com/5
Engelhardt, Y. 2002. The language of graphics. Amsterdam: Sewn5
Pettersson, R. (2012). It depends: ID – Principles and guidelines (4th ed.)5
Bonsiepe, G. (2011). Design, cultura e sociedade. São Paulo: Blucher4
CALORI, C. 2007. Signage and wayfinding design: A Complete Guide to Creating Environmental Graphic Design Systems. Hoboken: Wiley4
Frascara, J. (2004). Communication design: Principles, methods, and practice. Allworth Press. González Díez,L., & Pérez Cuadrado, P. (2001). Principios básicos 4
Horn, R. E. (1998). Visual language: global communication for the 21st century. Washington: Macro VU, Inc4
MACEDO, C. M. S. (2010). Diretrizes para criação de objetos de aprendizagem acessíveis. Tese. Florianópolis, SC. MOODLE. (2011). Estatísticas Moodle. Disponível4
Mayer, R. E. (2009). Multimedia learning (2nd ed.). New York: Cambridge University Press4
Meirelles, I. (2013). Design for information: An introduction to the histories, theories, and best practices behind effective information visualizations. Rockpo4
Nielsen, J. (1993). Usability engineering. Mountain View: Morgan Kaufmann. 164
Pettersson, R. (2010). Information Design: Principles and guidelines. Journal of Visual4
Spinillo, C. (2000). An analytical approach to procedural pictorial sequences. Tese (Doutorado). Reading, Grã-Bretanha: The University of Reading. Spinillo C., 4
TWYMAN, M. 1979. A Schema for the Study of Graphic Language. In: KOLERS, P.A.; WROSTAD, M.E.; BOUMA, H. (eds.). The Processing of Visible Language. Vol. 1. Plen4
Ashwin, C. (1979). The ingredients of style in contemporary illustration: A case study. Information Design Journal, 1(1), 51–673
BONSIEPE, Gui. 2011. Design, Cultura e Sociedade. São Paulo: Blucher3
BRUSILOVSKY, P.; KARAGIANNIDIS, C.; SAMPSON, D. (2004). Layered evaluation of adaptive learning systems. Int. J. Cont. Engineering Education and Lifelong Learni3
Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 703
Black, A., Luna, P., Lund, O., & Walker, S. (Eds.). (2020). Information design: Research and practice. Routledge3
CAIRO, A. 2008. Infografia 2.0: visualización interactiva de información em prensa. Madrid: Fareso S.A3
Cairo, A. (2008). Infografia 2.0: Visualización interactiva em prensa. Madrid: Alamut3
Cezarotto, M., Martinez, P., & Chamberlin, B. (2022). Redesigning for accessibility: Design decisions and compromises in educational game design. International 3
Cross, N. (2006). Designerly ways of knowing. Springer-Verlag3
Drucker, J. (2014). Graphesis: Visual forms of knowledge production. Harvard University Press3
D’Ignazio, C., & Klein, L. (2020). Data feminism. The MIT Press3
FARIAS, Priscila L. ; GOUVEIA, Anna P. S. & DIXON, Catherine R. 2012a. Architectonic epigraphs: details that tell a bigger story. In: Camargo, P. de O3
Flusser, V. (2007). O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify3
Frascara, J. (2011). ¿Qué es el diseño de información? Buenos Aires: Ediciones Infinito3
Frosh, P. (2019). The poetics of digital media. Polity3
Gambarato, R. R., Alzamora, G. C., & Tárcia, L. P. T. (2020). Theory, development, and strategy in transmedia storytelling. London & New York: Routledge3
HORN, R. 1999. Information design: emergence of a new profession. In: Jacobson, R. (Ed.) Information Design. Cambridge, Mass: MIT Press, 15-33. IIID - Internati3
HORN, R. E. 1999. Information Design: Emergence of a New Profession. In:3
Hamid, N. N. A., Adnan, W. A. W., & Razak, F. H. A. (2016). Understanding the current learning techniques of wayfinding: A case study at Malaysian Association f3
Hammerschmidt, C., & Spinillo, C. G. (2014). Reading digital medicine leaflets in mobile devices: An interactive study conducted in Brazil. Design, User Experie3
Horn, R. (1998). Visual language: Global communication for the 21st century3
Ibe, C. [@ebereillustrate]. (2023, April 10). Series 02. Some babies are born black [Image]. Instagram. https://www.instagram.com/p/Cq3B9d_Nl2l/3
ler a análise

As instituições que mais aparecem são as que têm programa de pós-graduação em design com linha no campo, e a ordem entre elas muda pouco ao longo da série. Onde não há programa, não há presença.

A conta é de autorias, e não de trabalhos: um artigo com três autores da mesma universidade conta três vezes aqui. É o que mede peso institucional, e não volume de publicação.

Mais citados

Citações registradas no OpenAlex, que enxerga mais que o Crossref e ainda assim subestima o alcance da revista.

  1. 133
  2. 230
  3. 3
    Infografia: Conceito e Prática

    Juliana Carvalho; Isabella Aragão · 2012

    21
  4. 4
    O que é infografia jornalística?

    Ricardo Oliveira da Cunha Lima · 2015

    19
  5. 5
    Revisão Sistemática e Bibliometria facilitadas por um Canvas para visualização de informação

    Ivan Luiz de Medeiros; Alessandro Vieira; Gilson Braviano; Berenice Santos Gonçalves · 2015

    18
  6. 6
    Alternativas epistemológicas para o design da informação: a forma enquanto conteúdo | Epistemological alternatives for information design: form as content

    Eduardo Antonio Souza; Gabriela Araujo Oliveira; Eva Rolim Miranda; Solange Galvão Coutinho; Hans da Nóbrega Waechter; Gentil Porto Filho · 2016

    17
  7. 716
  8. 813
  9. 911
  10. 10
    Guidelines for eBook Design

    Gabriela Trindade Perry; Giovana Marzari Possatti; Régio Pierre da Silva · 2018

    9
ver os dados
Tabela de dados de Mais citados
TítuloAnoCitações
Não há cidadania sem informação, nem informação sem design200433
Design de informação em interfaces digitais: origens, definições e fundamentos201430
Infografia: Conceito e Prática201221
O que é infografia jornalística?201519
Revisão Sistemática e Bibliometria facilitadas por um Canvas para visualização de informação201518
Alternativas epistemológicas para o design da informação: a forma enquanto conteúdo | Epistemological alternatives for information design: form as content201617
Visualização dos resultados do Yahoo em nuvens de texto: uma aplicação construída a partir de web services200816
Design da informação e competência em informação: relações possíveis | Information design and information literacy: possible relationships201713
Questões complexas do design da informação e de interação201011
Guidelines for eBook Design20189
Conjunto Metodológico para Pesquisa em História do Design a partir de Materiais Impressos | Methodological Procedures for Design History Research from the analysis of printed materials20169
Otto Neurath e o legado do ISOTYPE20089
Towards accessibility in educational games: a framework for the design team20218
Desafios para o design de informação em ambientes de realidade aumentada20098
Ergodesign e arquitetura da informação: trabalhando com o usuário20078
Hexagonal hierarchical cartogram: Towards a thematic map of Brazil20187
Design da informação na hipermídia20077
Design Science Research como caminho metodológico para disciplinas e projetos de Design da Informação | Design Science Research as methodological path for Information Design subjects and projects20186
Pixualization: Glitch art and Data visualization20176
Acessibilidade em portais de Governo Eletrônico do Poder Judiciário | Accessibility in e-government portals of the Judiciary20166
(In)acessibilidade digital20136
Fichas de pesquisa de campo para estudo da tipografia nominativa na arquitetura carioca20096
Em busca de uma classificação para os letreiramentos populares20096
Orientações propostas por não-designers para elaboração de Materiais Educativos Impressos na área da Saúde: compreensão do cenário20235
Diretrizes para o design de interfaces de Ambientes Virtuais de Aprendizagem voltadas a usuários com baixa visão20215
Validação de aspectos semânticos em diretrizes para elaboração de Materiais Educativos Impressos para Promoção da Saúde: contribuição do Design da Informação | Semantic aspects validation in guidelines for the elaboration of Printed Educational Materials for Health Promotion: contribution of Information Design20205
Explorando conceitos - pesquisa bibliográfica e elaboração de infográfico sobre definições do campo de Design da Informação | Exploring concepts - bibliographic research and elaboration of an infographic about the Information Design field definitions20175
Retórica visual na infografia sobre saúde | Visual rhetoric in health infographics20165
A cognição no processo de Design20155
Contribuições para o design de interface de um Ambiente Virtual de Ensino Aprendizagem acessível a surdos20135
ler a análise

Os trabalhos mais citados são da primeira década, e o primeiro deles é de 2004. Citação leva tempo para se acumular, e por isso esta lista mede antiguidade tanto quanto influência.

A contagem vem do OpenAlex, que só enxerga o que está depositado com DOI e indexado: ela é um piso, e não o número real. Um campo pouco indexado é citado mais do que aparece, e é essa diferença que o observatório existe para tornar visível.

O campo cita muito, e quase não é citado

11,8 para um. Os painéis acima descrevem um campo que trabalha; este mostra o que acontece com esse trabalho fora dele.

  • Referências que os trabalhos fazem7.784
  • Citações que os trabalhos recebem661
ver os dados
Tabela de dados de O campo cita muito, e quase não é citado
CategoriaReferência
Referências que os trabalhos fazem7.784
Citações que os trabalhos recebem661
ler a análise

São 7.784 referências feitas e 661 citações recebidas. A revista lê muito e é pouco lida, e essa é a assimetria que justifica esta plataforma existir: um campo que não é indexado não tem como se ver, e o que não se vê não se cita.

A conta de saída é dos PDFs, entrada por entrada; a de chegada vem do OpenAlex, que só conta citação vinda de trabalho com DOI depositado. Uma citação feita num anais sem DOI, numa dissertação ou num livro não aparece aqui, e é justamente por esses caminhos que boa parte do campo brasileiro circula. O número de chegada é piso, e não medida.

Pela mesma razão, esta razão não se compara direto com a de outro acervo. O Observatório do CIDI mostra 41 para um, e a diferença para os 11,8 daqui não diz que a InfoDesign circula três vezes mais: os anais do congresso saem sem DOI, e o que muda entre os dois números é sobretudo o instrumento de medida.

Ver o catálogo completo